quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Deixe estar...

Volto aqui, necessito um escape. Muitas coisas aconteceram, mas não quero falar delas. Ou quero, mas um dia..diluida. Agora estou no trabalho. É, aqui, ainda aqui. Mais tempo do que eu tinha planejado e desejado. Bem, que mais dá!Escuto uma conversa sobre compras natalinas e enfeites de árvore. Participo e não participo da conversa. Como uma autista. Balanço a cabeça, faço movimentos de quem acha o assunto interessante. Deve ser, mas acho que pra gente feita de uma outra matéria. Há dias que penso que não sou feita do mesmo que tanta gente. Da maioria com quem cruzo meu caminho. Com quem cruzei nesses mais de 30 anos.

Ando treinando 'não chorar'. Antes, bem antes, eu fazia isso com maestria. Um dia acreditei no que alguém dizia e desaprendi isso. Hoje assistindo uma entrevista de um lutador de arte marcial, ele dizia que tudo tava na mente. Então, vou aplicar alguns conselhos. Ver essa entrevista fortaleceu a decisão de voltar ao muay thay. Se vai fazer bem ao que tenho ou não, não interessa. Se fizer, perfeito...senão..que mais dá!?

terça-feira, 8 de setembro de 2009

O que sinto já foi escrito...

'Então eu te disse que o que me doíam essas esperas, esses chamados que não vinham e quando vinham sempre e nunca traziam nem a palavra e às vezes nem a pessoa exatas. E que eu me recriminava por estar sempre esperando que nada fosse como eu esperava, ainda que soubesse(...)Eu preciso muito muito de você eu quero muito muito você aqui de vez em quando nem que seja muito de vez em quando você nem precisa trazer maçãs nem perguntar se estou melhor você não precisa trazer nada só você mesmo você nem precisa dizer alguma coisa no telefone basta ligar e eu fico ouvindo o seu silêncio juro como não peço mais que o seu silêncio do outro lado da linha ou do outro lado da porta ou do outro lado do muro.Mas eu preciso muito muito de você.'

C.F.A

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Sin ganas...

Nada do que eu li hoje poderia melhor descrever do que isso que encontrei nesse blog.

Só Deus sabe como tem sido difícil.
O não querer acordar, e quando for dormir, dar boas-vindas a tal insônia.
O querer se ocupar, pra poder esquecer e temer assim que sai da porta.
O querer afundar num abraço que raramente está disponível.
A semana não ser feita de sete dias, mas de sete guerras.
E que quando acabar, que não seja um trauma vencido, mas uma lição aprendida.

E nesse também.

Eso es ser ambigüo, nuestras relaciones y sentimientos suelen ser siempre contradictorios, pero la ausencia nos quita toda posibilidad de rectificación. Cuesta acostumbrarse a las faltas definitivas. Nos dejan con la palabra en la boca.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Com meu botões...

Tive um pensamento recorrente toda a manhã, acho que pela proximidade do meu aniversário. E bem, sou mulher, me prendo a essas coisas de datas, mesmo que não faça festas...enfim. Então, tava pensando direto nisso de que Él não esperou nem um dia a mais pra me dizer que não faria nada e que nem pensaria na pedido que eu fiz. Me disse justamente no dia que faziamos 4 anos. vai ver que a pressa pra se livrar de mim era tão grande que não podia esperar mais. Conseguiu.

Ontem escrevi sobre estar falando pras paredes, na verdade me alivia saber que Él não virá aqui ler nada disso e, o mais certo, não lhe interessa saber.

Primeira da manhã

Não queria um novo caminho...somente uma nova maneira de caminhar. Pensamento que veio antes desse, logo ao acordar, e que já veio muitissimas vezes antes nos últimos anos: o que fazer contigo na minha vida!?.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Encarando a realidade

No blog anterior me dei conta que tava falando com as paredes. Ao menos nesse não me engano..sei que estou realmente falando pras paredes. Quem sabe assim, exercitando meu lado autista não escrevo mais aqui do que lá. Estou no meu ambiente.

Break-up

As vezes um demora a aceitar que se está insistindo em vão. Que se está lutando em vão. Não porque a luta não tenha valor. Tem muito. Mas porque não há ninguém por quem lutar. Simplesmente porque a pessoa não quer.

E isso fode toda a coerencia que sempre busco no discurso e nos atos das pessoas que permito conviverem comigo, era mais simples ter dito: Olha pessoa, desculpa mas eu não sinto tudo isso, aliás faz tempo que não sinto isso e não há nada que tenha em ti ou no teu mundo que me interesse partilhar. Ponto final. Duas pessoas adultas. Outra história de amor (unilateral) desperdiçado. Tudo muito asseptico. Sem sangue (externo).

Saio com uma certeza..sempre tive como certo que é uma pataquada isso de ser amigo. No início é mera desculpa pra não dizer claramente, olha desculpa, não foi bem assim. Não quero hipotecar e nem alguém como tu na minha vida e nem estou disposto a enfrentar e nem perder nada se isso significa te ter na minha vida. Depois é a pastilha para matar o que poderia ter sido uma grande relação e lança-la no esquecimento.

Se há raiva de algo, é de mim mesma por não ter reconhecido faz tempo esse discurso que começa '...você é uma pessoa especial, mas'..por ter buscado alternativa quando a única coisa que deveria ter feito era reconhecer os sinaisde que não havia querer, do outro. Gilipolla, eu mereço o trofeu.


Ainda bem que não me enganei em adotar, há anos, não fazer backup em relacionamentos.

 
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